Único ponto positivo? Localização estratégica. De resto, um espetáculo de má vontade. Na recepção, parecia que todo mundo estava cumprindo pena alternativa. Zero simpatia, zero educação, zero vontade de fingir que gostam de trabalhar com pessoas. Nem aquele sorriso protocolar de hotel que custa nada. No checkout então, a sensação era de que eu estava atrapalhando o dia deles ao pagar uma conta absurda.
E não caiam na historinha ensaiada do “reembolsamos 35 dólares da taxa municipal”. Detalhe curioso que convenientemente esquecem de mencionar: a tal taxa não é cobrada no pagamento inicial. Ela aparece durante a estadia, como uma surpresa desagradável. Aí dizem que esses 35 dólares podem ser abatidos do café da manhã, que custa módicos 47 dólares. Abateram? Sim. Mas junto com a taxa municipal. Resultado final? Uma conta inflada que transformou café da manhã em investimento de alto risco. Quase 500 dólares só nessa brincadeira.
O café da manhã, aliás, está “incluso” para duas pessoas. Se você ousar existir em grupo de três ou quatro, parabéns: prepare o bolso. Inclusão seletiva é um conceito interessante.
Resumo da ópera: localização ótima, atendimento constrangedor e uma política de cobrança que exige planilha, calculadora e talvez um advogado. Se a intenção era oferecer uma experiência inesquecível, conseguiram. Só não foi pelo motivo certo.